O Inter anunciou em 13 de outubro de 2026, uma reorganização de sua liderança. Alexandre Riccio, que comandava a operação brasileira, assume uma função global de operações. Francisco Santos, ex-CEO da Midway, foi escolhido para liderar o crescimento dos negócios no Brasil.
João Vitor Menin permanece como CEO global. Segundo o NeoFeed, o cargo separado de CEO Brasil deixará de existir, e Santos deverá assumir sua nova posição em novembro.
O novo desenho de gestão do Banco Inter S.A. ainda depende das aprovações necessárias, conforme o documento enviado à SEC, reproduzido pela StockTitan.
Operação global e crescimento no Brasil
No comunicado enviado ao mercado, reproduzido no formulário 6-K, a companhia informa que Riccio responderá por crédito, cobrança e operações nos mercados em que o grupo atua. Ele também foi nomeado vice-presidente executivo do conselho de administração.
Santos terá a tarefa de coordenar as prioridades comerciais no Brasil, aprofundar o relacionamento com clientes e aumentar a receita gerada por produtos e serviços. Além da Midway, empresa financeira do grupo Guararapes, seu currículo inclui passagens por PicPay, Cielo, Itaú Unibanco, Santander e BTG Pactual.
A base de clientes como oportunidade
Em entrevista ao NeoFeed, Menin afirmou que o Brasil continua sendo o mercado prioritário do Inter. A intenção é ampliar a presença em produtos como crédito e cartões, aproveitando o relacionamento já construído com os correntistas.
A reorganização distribui esse trabalho entre duas frentes: eficiência nas operações do grupo e expansão comercial no país.














