O Goldman Sachs teve lucro de US$ 5,29 bilhões no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 4,10 bilhões no mesmo período do ano passado. O balanço divulgado em 13 de outubro de 2026, mostra receita líquida de US$ 18,68 bilhões, alta anual de 23%.
Segundo o comunicado do banco, o lucro por ação foi de US$ 17,01. A receita trimestral foi a segunda maior da história da instituição, embora tenha ficado 8% abaixo da registrada no segundo trimestre, conforme o relatório financeiro.
Ações puxaram o resultado
A área de ações registrou receita de US$ 6,44 bilhões, avanço de 72% em relação ao terceiro trimestre de 2025. O banco atribuiu a expansão tanto ao financiamento de posições de clientes quanto à intermediação, com destaque para derivativos.
A Reuters, em reportagem republicada pelo Investing.com, relacionou o movimento à reorganização de carteiras pelos investidores durante um trimestre de oscilações no mercado. Mais atividade dos clientes pode gerar receitas para os bancos que executam e financiam essas operações.
O desempenho foi desigual. A divisão de renda fixa, câmbio e commodities faturou US$ 3,47 bilhões, perto do nível de um ano antes.
Assessoria e patrimônio também cresceram
As taxas de banco de investimento somaram US$ 3,22 bilhões, alta anual de 21%. A Reuters destacou o avanço da assessoria e da coordenação de emissões de ações e dívida, mesmo com a desaceleração do mercado global de fusões e aquisições frente ao trimestre anterior.
A gestão de ativos e patrimônio também ajudou, com receita de US$ 5,05 bilhões. Esse negócio complementa as atividades de negociação e assessoria, cujos resultados variam mais conforme o ritmo dos mercados e das operações empresariais.














